sexta-feira, 12 de março de 2010

Como nasceu este blog...

Este diálogo cuidadosamente copiado por mim aconteceu tal e qual é apresentado. Nele conto o martírio que foi criar este blog, e revelamos um pouco do (demasiadamente complicado) processo de criação do mesmo. E, como a humanidade costuma rir deste tipo de situação, espero que riam do que discorreu na sexta-feira, dia 05/03, tal como eu mesma estou rindo. Depois que passa a gente ri, não?

J: Heheh! Enfim esse blog está funcionando!*soltando serpentina*Eu quase morri para fazer isso dar certo!*enxuga suor da testa*

W: Você quer dizer, EU quase morri, né? Que você não fez quase nada!

J:Ora, qual? Ficar do teu lado, dando as ordens é muito difícil, sabia? U.U

W: Jujuh, tu não fez PN –praticamente nada. Eu e o resto das meninas fizemos quase tudo!

J: Achei que tinha um menino organizando também...

W: Correção: o resto das meninas E o Tursi.

J: Acho que ele virou de lado...

W: Sim, e tu ta anotando isso pra por no blog?

J: Lógico!

W: Ah, não vem não. Me dá esse negocio!*tenta tomar o caderno*

J: Ei, não desconte em mim o estresse por causa da bendita c-box que não queria funcionar!

-Flash Back:

Na informática, depois da aula...

W: Adriano, pelo amor de Deus! Ajuda a gente! Nós seguimos as instruções direitinho mas quando clicamos para instalar o c-box, ESSE NEGOCIO VOLTA PRA PAGINA INICIAL!*surtando*

H-gilson: O que é isso?

J: c-box. É um chat para botar no blog.

Adriano (vulgo Tio da Informática): Deixe-me ver...*dá uma olhada*

Trocentas tentativas depois...

A: Agora o c-box funcionou!

W e J: AEEEEEEEEEE!!!!!

W: Só por que eu já estava indo embora...

A: Era o antivírus...

H-gilson: Essa pagina estava pensando...

J: Momento ferreira!

W: Ah! Deu certo!*eufórica*DEU CERTO!NYAH! Brigada, brigada! Agora, vamos ver como ficou...

J: Primeira postagem! Agora temos um chat!

W: NYAH! Ta postando! Ah, não deu. Tenta arrastar esse negocio para cá.

J: Onde?

W: Aqui, ó. Arrastando. Ah! Não ta dando certo!

-Fim do Flash Back-

J: Depois que passa a gente ri... Mas foi um sufoco montar isso. A gente até veio de tarde pra arrumar o blog, a conta quase foi deletada... Mas agora, ta funcionando! *quase chora de emoção*

W: Foi difícil mesmo...

J: E ainda teve o c-box...

W: Ai, nem me lembra dessa desgraça!

J: Mas agora ta funcionando!*solta serpentina*

W: Aff... Quer saber? Montar um blog é cansativo.

J: Concordo.

Conto por Matheus Fontenelle


Tiago, apesar de surpreso com a resposta da menina, pergunta, meio com ar de gozação: -Sem querer me intrometer, de onde é esse príncipe?-De um pequeno país do Leste Europeu.Tiago, ainda duvidando desse tal príncipe, continuou seu passeio pelo shopping. Deu algumas voltas, e algum tempo depois, encontrou novamente a menina. Agora, ela não estava mais sozinha: estava acompanhada por um homem, baixo e feio. Ao seu redor, 3 homens, grandes, fortes e altos. Tiago deduziu que deveriam ser os guarda-costas do tal príncipe. Ele pensou:- É, a menina não estava de brincadeira, o seu namorado era realmente um príncipe.E, desocupado, Tiago ficou espiando de longe os dois. Era inegável que a menina se sentia “o máximo” por namorar alguém com tal prestígio. O príncipe comprava tudo para ela, parava em todas as lojas. Era inacreditável o tanto de compras que eram realizadas pelo casal. Depois de algum tempo, o casal saiu do shopping, e Tiago, curioso, seguiu-os até fora do prédio. Para sua surpresa, não foram embora em uma limusine, nem em um helicóptero. Na verdade, eles saíram em um carro popular, meio que desgastado pelo tempo, o que era muito esquisito. E Tiago, querendo “dar uma de detetive”, seguiu o carro. Este, parou em uma casa do subúrbio da cidade, e do carro não saiu um príncipe. Apenas um homem normal, a tal menina e os supostos guarda-costas. Para Tiago, estava claro que se tratava de uma espécie de golpe. Ele pensou:-Como pessoas que vivem em um lugar tão simples poderiam ter comprado tantas coisas de valor no shopping? Assim, ele foi até a delegacia mais próxima denunciar o caso. Após feitas as devidas investigações, concluiu-se que se tratava realmente de um golpe. Tiago foi recompensado por ter descoberto o crime. Os golpistas, porém, foram soltos dias depois: haviam conseguido um habeas corpus. Uma semana depois de ocorrido, era destaque nos jornais: “Rapaz é assassinado dias depois de ter desmascarado quadrilha. Suspeita-se que o crime tenha sido motivado por vingança”.

Crônica por Matheus Fontenelle


Paul Lee, 48 anos, sempre teve a fama entre os colegas de ser azarado. Sempre algo acontecia de tal forma que ele se machucava ou se prejudicava no final. Sua profissão: um ladrão profissional de casas. Um dia, passou por uma casa em reforma, que era notavelmente insegura, e decidiu que ela era seu próximo alvo, já que, além de ser facilmente penetrável, localizava-se em uma área nobre.Tudo havia sido cuidadosamente preparado. Paul havia comprado luvas e, por ser careca, não tinha como ser identificado posteriormente pela análise de seu cabelo. E foi assim que ele invadiu a casa, numa sexta à noite, sem maiores dificuldades. Ao entrar na casa, percebeu que ela possuía diversos objetos de valor, os quais foram logo saqueados. Paul foi olhando cada quarto à procura de objetos valiosos, até que no quarto do casal encontrou um cofre. Parecia que era seu dia de sorte: encontrou 3000 dólares em espécie e jóias valiosas. Tudo corria bem e ele podia afirmar que estava sendo bem sucedido na empreitada.No final, depois de fazer uma verdadeira limpeza na casa, dirigiu-se ao último cômodo da casa: a cozinha. Visto que passara algumas horas sem comer, parou para fazer um lanche rápido. Tirou a dentadura, pelo fato de ela estar incomodando-lhe muito, (havia mandado fazê-la recentemente, em um renomado dentista da cidade. Possuía até seu nome gravado nela!) e a colocou em cima da mesa. Abriu a geladeira e fez uma das melhores refeições de sua vida, com comidas de primeira qualidade. Estava muito feliz, e ansioso para contar aos colegas sobre este seu roubo, que estava sendo um sucesso. Ficou tão ansioso que saiu logo da casa, esquecendo sua dentadura.No outro dia, quando acordou, a polícia estava na frente de sua casa: havia descoberto o autor do crime da noite passada. O motivo: ele havia esquecido a dentadura na casa.

O dinheiro não compra felicidade por Isadora Freitas


Existem vários ditados populares, um deles é “dinheiro não traz felicidade”. Muitas pessoas costumam cita-lo, no entanto, poucas realmente acreditam no significado dele.
Há alguns dias atrás, eu estava sentada à mesa, em uma lanchonete, e enquanto esperava o meu sanduíche, escutei duas mulheres conversando. Uma delas falava que dinheiro não trazia felicidade e o que realmente importava na vida eram os gestos de carinho e de solidariedade. Quando ela falou isso, fiquei surpresa, pois ela não aparentava ter esse tipo de personalidade.
De repente, as duas pararam de conversar e pediram a conta. Quando a conta chegou, começaram a gritar com a garçonete dizendo que ela estava querendo cobrar um preço mais alto porque elas eram ricas e que não tinham consumido tudo que estava na conta.
Enquanto eu ouvia toda a gritaria, fiquei refletindo, pensando como aquelas mulheres poderiam ter dito palavras tão bonitas e logo depois terem tratado a garçonete de maneira desumana. Eram ações contraditórias. Então, comecei a lembrar das palavras de que tinha ouvido, “será que dinheiro realmente traz felicidade?”. Cheguei à conclusão que não. O dinheiro pode até ajudar a propiciar uma vida mais confortável, porém, ele sozinho, não é capaz de levar felicidade às pessoas. Além do dinheiro, é necessário que estas possuam amor no coração. Pois, se forem vazias de sentimentos, elas continuarão discutindo por um troco ou conta de restaurante e nunca encontrarão a verdadeira felicidade.

À exceção da felicidade por Caio Thiers


Tudo tem uma exceção. No caso da pesquisa que mostrou que dinheiro traz , sim, felicidade, a exceção é Jacob, um rapaz financeiro.Filho de pais judeus, desde a infância a Jacob foi influenciado a ter uma mentalidade econômica desenvolvida. Nunca gastava o dinheiro do lanche para comprar um crepe com refrigerante, como faziam os seus amigos, prefiria a barriga vazia e o bolso cheio.Acumulou dinheiro com tal rapidez, que, aos 11 anos, seus pais lhe pediam emprestado. Como eram seus pais, cobrava juros abaixo das taxas praticados no mercado, e isso para ele era uma prova de quão humano ele era.E assim passou sua adolescência, poupando e emprestando dinheiro aos pais e amigos. Com o término do colégio, os seus amigos perderam o contato e nem amigos aproveitadores de seu dinheiro ele tinha, afinal, ele não saía muito de casa, porque isso custa dinheiro. Seus pais morreram com a velhice e Jacob ficou triste, porém aliviado, já que poderia assumir o negócio da família ao seu modo e conseguir mais lucro.E assim o fez e virou um dos homens mais ricos da sua região. E somente com 30 anos. Estava realizado. Foi então que, em meio a tudo isso, percebeu que não tinha com que aproveitar aquela fortuna: nem amigos,nem mulher, nem filhos. E viu que era triste, mas tinha dinheiro. Ele era a exceção.

Nome de cão por Natasha Banat


Era tarde de domingo e estava em casa morrendo de tédio, queria ligar para algum amigo ou parente, mas a casa estava sem energia e, como era velho demais para dirigir, também não podia ir visitá-los, já que moravam longe de mim. Resolvi então ir ao parque perto de casa, frequentemente, encontrava amigos e ficávamos conversando horas a fio no banquinho debaixo da arvore. Fui e fiquei lá alguns minutos sentado no banco observando as pessoas, na esperança de encontrar um conhecido. Nada. Esperei mais alguns minutos, já estava cogitando a possibilidade de voltar para casa quando ouvi alguém chamar o meu nome, finalmente! Olhei para trás e vi uma mulher já velha me chamando desesperadamente, eu perguntei se podia ajudar de alguma forma e ela disse que tinha perdido seu cãozinho José, então percebi que ela não estava me chamando. Que estranho colocar nome de gente em cachorro. Disse que não tinha visto seu cão e continuei a observar as pessoas, mas dentre elas uma moça me chamou a atenção, na verdade não exatamente a moça, mas o seu cachorro que se chamava nada mais nada menos do que José, parece que meu nome era bem popular no mundo canino afinal. Fiquei pensando então quantos cães chamados José haveria no mundo, nesse pequeno parque já eram dois. Fiquei pensando, pensando e quando vi já era hora de voltar pra casa, essa tarde de domingo tinha sido uma das mais rápidas da minha vida e também uma das mais importantes, pois tinha tomado uma decisão daquele dia em diante eu ia pedir para todos me chamarem de Totó. Ora! Se os cães podem ter nome de gente porque as pessoas também não podem ter nome de cão?

Traz felicidade, sim. por Ana Beatriz Silveira


Juliano é um menino que mora em uma favela do Rio de Janeiro. Ele e sua família estão passando por um problema muito grande, a falta de dinheiro.
Ele sempre escutava na rádio ou na televisão que o dinheiro não traz felicidade, mas discordava disto, pois sabia que sua vida seria muito melhor se tivesse dinheiro.
Apesar da falta de dinheiro, eles eram uma família muito unida, divertiam-se quando estavam juntos. Mas o grande problema, era que eles tinham que ir pedir dinheiro na rua todo dia.
Francisco, pai de Juliano, chegou a casa muito feliz e disse:
- Meu filho, estamos rico! Eu joguei na loteria e ganhei 50 mil reais.
- Pai, eu não acredito! Disse Juliano impressionado.
- Eu prometo, Juliano! Exclamou Francisco.
Depois que o pai disse a notícia a Juliano, ele foi nas lojas para comprar muitos objetos que ele sempre quis, e passou a dar mais valos aos bem materiais do que as pessoas que ele tinha por perto.
Mas, ele percebeu que essa verdade era passageira e o que importava mesmo era quem ele tinha por perto e não, o que ele tinha.

Boca na botija por Isadora Martins


Eram umas 10 horas de uma manhã de sábado, dois homens conversavam em seu barraco, pensando no próximo roubo. O de bigode e olhos esbugalhados, Joaquim, disse para o seu parceiro, Erivaldo, que era mais velho e com uma cara assustadora: ‘Cara vai ser fácil entrar naquele condomínio, não vamos deixar nenhum vestígio e faturamos uma grana preta.’ Erivaldo fez que sim com a cabeça e foram dormir.
No outro dia, acordaram cedo para preparar tudo, só que o assalto só seria feito à tarde, pois nessa hora não haveria ninguém em casa. Almoçaram e foram a um condomínio fechado, onde seria realizado o assalto. Entrar no condomínio foi fácil, e entrar na casa foi mais ainda, já que a porta estava aberta. Roubaram muitas coisas, como por exemplo: jóias, relógios, dinheiro, cartões de credito, entre outras peças. A saída foi mais difícil, pois eles tiveram que pular um muro com cerca elétrica, mas conseguiram e fugiram.
Quando os donos da casa chegaram, logo perceberam que tinham sido roubados. Chamaram a polícia, que ao chegar lá encontraram um papel com uns números e um endereço. A polícia investigou e foi fácil prender os assaltantes e recuperar as coisas perdidas.
O que se pergunta é se um dos assaltantes é burro o bastante para deixar cair um papel com tantas informações como essas.

Bem vindos!

Saudações, colegas de teclado!

Aqui vos fala os organizadores do blog Fio Terra, do segundo ano A, a turma mais espirituosa do colégio Santa Cecilia, como prova nosso titulo.

Fio Terra é uma conexão entre um corpo carregado eletronicamente e a terra. Neste blog, faremos a conexão entre nossas mentes carregadas de ideias criativas com o mundo, mostrando que embora sejamos um grupo de jovens, temos a mente aberta ás mudanças do mundo e estamos aptos a soltar a imaginação e criar bons textos.

Rezamos para que vocês gostem disso, por que esta dando maior trabalho pra fazer!

Crônica por Mariana Veras


Numa manhã ensolarada de domingo, minha prima nasceu. Seu nome era tão lindo quanto ela: chamava-se Vitória. Ajudei, assim como toda a família, a escolher um nome significativo e do qual ela pudesse se orgulhar para sempre.
Os anos foram passando e Vitória era uma criança alegre e seu passeio preferido era ir a um parque perto de sua casa. Numa tarde, fui com ela ao parque e deixei-a brincando em uma casinha de bonecas. De repente, ouvi uma voz chamando o nome dela docemente, mas reconheci a dona da voz. A mulher segurava uma bolinha colorida e assim que minha prima ouviu seu chamado, correu ansiosa.
Vitória foi ao encontro da mulher e eu observei cautelosa, pois que achei que minha prima a conhecesse. Percebi que a mulher não a chamava, e sim a uma cadela que vinha correndo esbaforida para encontrá-la. Porém, quando me dei conta, Vitória já estava brincando alegremente com a bola. A dona da cadela tirou delicadamente o objeto de suas mãos pequeninas e deu para a cadela. Vendo a cara decepcionada de Vitória, falei para a mulher desconhecida:
- Da próxima vez, dê nomes adequados aos seus animais.
Saí com Vitória e ela passou o caminho todo perguntando se nós havíamos copiado o nome daquela cadela e dado a ela, mas expliquei que fora o contrário. Até hoje ela se pergunta sobre o porquê um animal ter o seu nome.