
Em um dia ensolarado Juninho resolveu fazer um jogo de futebol em sua casa. Convidou todos os seus amigos do colégio e foi para casa muito animado. Quando deu 15h, hora do jogo, os amigos começaram a chegar e um pouco depois começaram a emocionante partida.
Estava tudo indo muito bem até a hora em que João caiu e torceu o braço. João ficou no banco de reserva, mas o jogo continuou. Mais tarde, quando todos foram embora, Juninho contou para a mãe que seu amigo havia quebrado o braço e ela ficou impressionada. A mãe de Juninho foi para o mercantil no outro dia e ao encontrar uma amiga, disse que João havia tido uma fratura exposta em um dos braços. A amiga, impressionada, contou ao marido ao chegar em casa que um amigo de seu filho Pedro (que estudava com João) tinha caído no jogo e teve que amputar o braço.
No dia seguinte, no café da manhã, o pai de Pedro comentou com seu filho sobre o amigo, perguntando se ele estaria bem. Então Pedro perguntou:
- Está bem pai, por que a pergunta?
- Porque meu filho, ontem sua mãe chegou comentando sobre o que ocorreu com o braço do Joãozinho no jogo de futebol, fiquei com muita pena dele.
- Ah pai, ele está ótimo... Até foi para aula ontem.
- Nossa! Ele amputou o braço e já se recuperou? Esse menino é muito forte meu filho!
- O que pai?! Amputou o braço? O senhor só pode estar maluco! Ele só torceu o braço, mas já foi no médico e está tudo bem!
- Sério? Nossa como as pessoas aumentam as coisas hein meu filho! É impressionante...
Que bom que ele está bem, e com essa confusão podemos tirar de lição que aumentar a estória só causa confusão!
- É verdade pai, nunca achei que poderia se tornar uma coisa tão seria!
Após o diálogo, Pedro foi para o colégio e contou a conversa que tivera com o pai de manhã, e concluiu que só repassaria uma história ao ter certeza do que estava dizendo.
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