segunda-feira, 10 de maio de 2010

Conto por Lígia Antunes


Rafaela era uma mãe de dois filhos que tinha o hábito de sempre ir à farmácia comprar as suas vitaminas diárias, guloseimas para as crianças e quase tudo o que precisava.

Um certo dia, ela foi à farmácia com o seu filho mais novo. Enquanto ela olhava o que ia comprar, não percebeu que o garoto havia saído do lado dela e estava passeando sozinho pela farmácia.

Depois de escolher tudo o que queria, Rafaela foi atrás do pequeno Miguelzinho, pois já estava escurecendo e ela não queria chegar tarde em casa. Quando o encontrou, ele estava sentado no cantinho da farmácia com um vidro de remédio, que estava exposto nas prateleiras mais baixas em sua mão. O remédio não o mataria, mas também não faria nada bem tomá-lo sem necessidade.

Imediatamente, ela o tirou do local e foi até o responsável pelos remédios contar o ocorrido. Ela contou que queriam que todos os medicamentos ficassem atrás do balcão ou então, para o bem de todos, que apenas mudassem os remédios de lugar para prateleiras mais altas, fora do alcance das crianças.

Ela pegou o garoto e o levou ate o hospital, pois ele não estava nada bem, chegando lá viu que não era nada grave e que ele tinha apenas que tomar soro. Rafaela ficou extremamente agradecida e passou a prestar mais atenção em seus filhos quando os levava à farmácia.

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