
Tão convicta estava de que não deveria abrir a caixinha, a menina só abria uma mísera frestinha da tampa para jogar algum alpiste para a ave.
Mas também era difícil resistir à tentação. Lembrava-se de que o rouxinol era muito bonito que cantava muito bem.
Aliás fazia tempo que a ave não cantava. A menina pensou que, devido ao escuro da caixinha, o bichinho vivia dormindo, pensando que era noite.
Certo dia, não resistiu e abriu a caixa para acordar o rouxinol. Tentou empoleirá-lo no dedo, mas a ave estava dura feito pedra e fria feito gelo.
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